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terça-feira, 14 de junho de 2011

Dia Mundial de Doação de Sangue - 14/06/2011


Para doar sangue, a pessoa precisa ter entre 18 e 65 anos, pesar mais de 50 quilos e estar com boa saúde. Para mulheres, não é possível doar durante a gravidez e até três meses depois do último parto ou aborto.

O doador não pode ter qualquer tipo de hepatite ou sífilis, não pode ser epilético e não pode ter contraído malária ou estado em região com a doença nos últimos seis meses. Caso tenha tomado vacina contra rubéola, o interessado não poderá doar sangue durante duas semanas. O período é de um mês para pessoas que tenham recebido as vacinas contra o sarampo ou a BGC (contra a tuberculose).

Para fazer a coleta, o doador não pode ter tomado bebida alcoólica nas 24 horas anteriores e precisa ter dormido pelo menos seis horas. Usuários de drogas também não doar sangue, segundo o Ministério da Saúde.

Doenças sexualmente transmissíveis como Aids, hepatite, sífilis são detectadas em exames antes da doação. Doença de Chagas e informações sobre o tipo de sangue como fator Rh, grupo sanguíneo e formas raras de hemoglobina (anemias) também são descobertas por triagem.

inutos antes da doação, um profissional de saúde mede a pressão arterial do doador e avalia se a pessoa está apta a coletar sangue. O procedimento dura até 10 minutos e é feito com agulhas descartáveis – que eliminam a chance de contrair vírus como o da Aids ou de doenças infecciosas. São retirados, no máximo, 450 ml de sangue. O corpo inteiro possui 5 litros.

O Ministério da Saúde disponibiliza uma lista de hemocentros no Brasil (clique aqui para ver). Outras informações sobre doação de sangue podem ser conferidas aqui.

Fonte: G1 - www.g1.com.br - 14/06/2011

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Manual de Etiqueta Sustentável - Editora Abril




Lançado em novembro de 2007, com 33 dicas, o Manual de Etiqueta Sustentável registrou a maior tiragem da Editora Abril - 2,5 milhões. Dois anos depois, a segunda edição da cartilha impressa ganhou 87 ideias, uma versão on line em forma de teste e traduções em inglês e espanhol. Agora, o Manual de Etiqueta vira aplicativo para iPhone e lança nova cartilha com mais 65 dicas, também disponíveis para download. Nesta página, você acessa tudo - sua história e versões – para tornar sua rotina ainda mais sustentável. Use e espalhe!

VII Seminário e VI Workshop de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos



Novo código pode representar mais desmatamento, diz IPEA

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou na quarta-feira, dia 8, um estudo em que calcula a área de vegetação nativa que deixaria de ser preservada, caso seja aprovado as alterações do Código Florestal Brasileiro, aprovada na Câmara e atualmente em discussão no Senado.

De acordo com o estudo, com a isenção da recomposição da reserva legal proposta pelo relatório de Aldo Rebelo (PCdoB) aprovado na Câmara, cerca de 29 milhões de hectares, ou quase um Rio Grande do Sul, de mata nativa deixaria de ser recuperados no país, na perspectiva mais otimista.

A área desabrigada de repor a Reserva Legal (RL) é quase do tamanho do estado do Rio Grande do Sul. O novo Código desobriga os proprietários rurais (com até quatro módulos) de recuperar as áreas consolidadas, a reserva legal que foi ocupada pela agricultura ou pecuária antes de 2008. Segundo o relator do projeto, deputado Aldo Rebelo, a desobrigação da manutenção da Reserva Legal beneficia os pequenos proprietários, que teria mais área para plantar.

Porém, segundo o Ipea, a isenção de reposição da mata para imóveis menores não deixa mais terra para a produção. "Para garantir que esses imóveis tenham no mínimo um módulo fiscal e dar pleno acesso à terra a seus proprietários, seriam necessários 76 milhões de hectares adicionais", afirma o estudo. "A liberação das áreas de reserva legal (RL) para esses imóveis adicionaria somente 17 milhões de hectares."

Segundo o levantamento, o país tem 5.18.595 de imóveis rurais, ocupando 571,7 milhões de hectares. Aqueles com até quatro módulos fiscais corresponde a 90% do total, embora ocupem apenas 24% da área total das propriedades do campo, com 135 milhões de hectares.

Caso a possibilidade da anistia incentivasse outros proprietários a derrubar a reserva legal remanescente, chegaria a 47 milhões de hectares o número de mata nativa perdida.

Embora seja no bioma Amazônico que está concentrada 60% da área não recuperada, os biomas mais prejudicados seriam a Caatinga e a Mata Atlântica. São nessas regiões, informa o comunicado, que o percentual de reserva legal que não seria recuperada pode chegar a 50% da área desmatada.

Levando em conta os compromissos assumidos internacionalmente pelo Brasil para a diminuição das emissões de CO2 na atmosfera, a recuperação da reserva legal desmatada compensaria a emissão de 3,15 bilhões de toneladas de carbono. O suficiente para cumprir durante quatro anos a meta de redução de emissão por desmatamento assumida pelo governo brasileiro, diz o comunicado.

O estudo tem como objetivo fornecer subsídios para a discussão sobre o novo Código Florestal Brasileiro, em discussão no Senado Federal.

Fonte:http://www.oeco.com.br/noticias/25114-novo-codigo-pode-representar-mais-desmatamento-diz-ipea

ISE Bovespa - Corporate Sustainability Index - Índice de Sustentabilidade Empresarial








Metodologia do ISE




A. Apresentação





O ISE – Índice de Sustentabilidade Empresarial é um índice que mede o retorno total de uma carteira teórica composta por ações de empresas com reconhecido comprometimento com a responsabilidade social e a sustentabilidade empresarial (no máximo 40). Tais ações são selecionadas entre as mais negociadas na BOVESPA em termos de liquidez, e são ponderadas na carteira pelo valor de mercado das ações disponíveis à negociação.

B. Ações Elegíveis para o Índice

O índice ISE é composto pelos de emissão das empresas papéis melhor classificadas em termos de responsabilidade social e sustentabilidade (escolhidos dentre os mais líquidos da BOVESPA), de acordo com critérios de seleção e classificação referendados pelo Conselho Deliberativo do Índice de Sustentabilidade Empresarial.

C. Critérios de Inclusão de Ações no Índice

Integrarão a carteira do ISE as ações que atenderem cumulativamente aos critérios a seguir:

a) ser uma das 150 ações com maior índice de negociabilidade apurados nos doze meses anteriores ao início do processo de reavaliação;




b) ter sido negociada em pelo menos 50% dos pregões ocorridos nos doze meses anteriores ao início do processo de reavaliação;





c) atender aos critérios de sustentabilidade referendados pelo Conselho do ISE. Cumpre ressaltar que companhias que estejam sob regime de recuperação judicial, processo falimentar, situação especial, ou ainda que tenham sofrido ou estejam sob prolongado período de suspensão de negociação não integrarão o ISE.

D. Critérios de Exclusão

a) Uma ação será excluída do índice, nas reavaliações periódicas, se deixar de atender a qualquer um dos critérios de inclusão.

b) Se, durante a vigência da carteira, a empresa emissora entrar em regime de recuperação judicial ou falência, as ações de sua emissão serão excluídas da carteira do índice. No caso de oferta pública que resultar em retirada de circulação de parcela significativa de ações do mercado, suas ações serão excluídas da carteira. Nessas eventualidades, serão efetuados os ajustes necessários para garantir a continuidade do índice.

c) Se, durante a vigência da carteira, ocorrer algum acontecimento que altere significativamente seus níveis de sustentabilidade e responsabilidade social, o Conselho do ISE poderá decidir pela sua exclusão da carteira do índice.

E. Vigência da Carteira

A carteira teórica do índice terá vigência de um ano, sendo reavaliada utilizando- se os procedimentos e critérios integrantes desta metodologia.






Fonte:www.bmfbovespa.com.br/Pdf/Indices/ISE.pdf

Olhe para o lado? O que você vê?

Se estiver no Brasil, na certa alguém diferente de você próprio. A verdade é que não somos iguais. O mundo se constrói com diferenças, não com igualdades e é essa diversidade que o torna atraente. Pessoas são diferentes. Lugares, também. As culturas, o modo de viver, o sentir, o comportar-se, a cor da pele, a religião, os gostos, tudo aponta para a diferença.

Se somos diferentes, temos, no entanto, algumas coisas em comum. A primeira delas é que estamos todos presos ao mesmo planeta, embora em espaços diferentes. E isso nos leva a uma primeira reflexão: só temos um mondo. E, nele, uma única chance de o manter para nós mesmos e para futuras gerações. Esta é a grande base comum que une toda a humanidade, a preservação do planeta e, nele, o habitat para o homem.

Temos, também, uma só vida. E isso é ainda mais verdadeiro em relação ao homem. Cada um de nós carrega uma carga genética que nos aproxima, apesar das identidades multifacetadas, dos parâmetros culturais, dos credos, dos gostos, da própria vida. E esta é uma vida curta. Então, por que não vivê-la em harmonia. E essa harmonia se dá não só em relação ao planeta, que precisamos preservar, mas e principalmente em relação aos nossos semelhantes.

Um mundo, uma vida então não significa que todos tenhamos de ser iguais, ter as mesmas crenças, adotar os mesmos padrões culturais. Significa, sim, respeitar a diversidade, saber que existem diferenças, que não temos as mesmas crenças, os mesmos gostos, dizer não a padronização, respeitar o espaço do outro e reconhecer que ele tem tanto direito como nós de defender aquilo em que acredita.

Só apostando na diversidade, que provoca o entendimento, premia a comunicação e obriga à coabitação é que teremos, verdadeiramente, um mundo onde os direitos humanos sejam para todos. Coabitar – e somos levados compulsoriamente a isso – significa, no final, respeitar os espaços, as crenças e a cultura do outro. Saber que ele é diferente, mas que, no fundo da diferença existe um ser humano, que é igual a todos nós.

Brancos, negros, amarelos, pardos, índios, nórdicos, africanos, asiáticos, brasileiros ou latino-americanos somos, no final, todos homens. E temos todos a mesma carga de DNA. É sobre uma base comum, que alia identidade e diversidade, que podemos construir um mundo mais justo, respeitando o que o outro é, faz e pensa. E assim, coabitar o planeta, construindo desde já uma utopia que é a busca da paz, do respeito à diversidade e do reconhecimento que somos únicos.

Só a partir do reconhecimento da diversidade, que é baseada em uma igualdade – a de sermos, antes de tudo, seres humanos – é que podemos construir um mundo mais justo. E nele, construirmos, também, uma base para os direitos humanos, calcado na coabitação, que respeita diferentes, mas ressalta identidades.






Fonte: http://linoresende.jor.br/diversidade-e-direitos-humanos

Tecnologia que promete substituir antenas de celular passa por primeiro teste

Considerada revolucionária por alguns especialistas, a tecnologia LightRadio foi submetida, nesta quarta-feira, 8, a seu primeiro teste operacional oficial: uma chamada de longa distância de vídeo móvel interligando Chris Lewis, vice-presidente do IDC, em Miami, EUA, e o CEO da Alcatel-Lucent, Ben Verwaayen, em Paris, na França.

Desenvolvida pela empresa franco-americana, a solução é tida como um sistema que transformará a economia e a eficiência da telefonia móvel mundial. A ligação foi realizada a partir da mesa de Alexander Graham Bell, de onde foi efetuada a primeira chamada de longa distância do mundo, na sede do Bell Labs, área de pesquisa e inovação da companhia.

A solução LightRadio é composta por módulos compactos com menos de 1 quilo, que substituem uma estação radiobase de celular, e podem ser fixados em pontos estratégicos, como postes, pontes e terraços de prédios, para irradiação do sinal de radiofrequência. E tudo isso, segundo a Alcatel-Lucent, com uma cobertura muito maior, inclusive de dados.

Interessadas nos benefícios da tecnologia, algumas operadoras, como a Telefónica, Verizon, Orange, France Telecom e China Mobile, trabalham em parceria com a Alcatel-Lucent para sua implementação. O sistema promete gerar significativa economia operacional na infraestrutura das teles, por substituir o atual sistema de grandes estações radiobase, além de resolver a explosão da demanda por serviços de banda larga móvel e o aumento do consumo global de conteúdo sem fio.

Outros benefícios seriam a redução da poluição visual e do consumo de energia das infraestruturas móveis em 50%, além da redução da demanda de carbono e da criação de novos mercados que utilizem fontes de energia sustentável.

Tecnologia que promete substituir antenas de celular passa por primeiro teste

Considerada revolucionária por alguns especialistas, a tecnologia LightRadio foi submetida, nesta quarta-feira, 8, a seu primeiro teste operacional oficial: uma chamada de longa distância de vídeo móvel interligando Chris Lewis, vice-presidente do IDC, em Miami, EUA, e o CEO da Alcatel-Lucent, Ben Verwaayen, em Paris, na França.

Desenvolvida pela empresa franco-americana, a solução é tida como um sistema que transformará a economia e a eficiência da telefonia móvel mundial. A ligação foi realizada a partir da mesa de Alexander Graham Bell, de onde foi efetuada a primeira chamada de longa distância do mundo, na sede do Bell Labs, área de pesquisa e inovação da companhia.

A solução LightRadio é composta por módulos compactos com menos de 1 quilo, que substituem uma estação radiobase de celular, e podem ser fixados em pontos estratégicos, como postes, pontes e terraços de prédios, para irradiação do sinal de radiofrequência. E tudo isso, segundo a Alcatel-Lucent, com uma cobertura muito maior, inclusive de dados.

Interessadas nos benefícios da tecnologia, algumas operadoras, como a Telefónica, Verizon, Orange, France Telecom e China Mobile, trabalham em parceria com a Alcatel-Lucent para sua implementação. O sistema promete gerar significativa economia operacional na infraestrutura das teles, por substituir o atual sistema de grandes estações radiobase, além de resolver a explosão da demanda por serviços de banda larga móvel e o aumento do consumo global de conteúdo sem fio.

Outros benefícios seriam a redução da poluição visual e do consumo de energia das infraestruturas móveis em 50%, além da redução da demanda de carbono e da criação de novos mercados que utilizem fontes de energia sustentável.

segunda-feira, 23 de maio de 2011






O primeiro navio cargueiro comercial parcialmente movido por uma “pipa gigante” partiu em abril de 2009 da Alemanha em uma viagem transatlântica para a Venezuela.

Os projetistas do MS Beluga Skysails afirmam que a pipa, controlada por computador e que mede 160 metros quadrados, pode cortar em até 20% o consumo de combustível do cargueiro. A primeira viagem transatlântica do MS Beluga Skysails saiu do porto alemão de Bremerhaven com destino a Guanta, na Venezuela. O repórter da BBC Steve Rosenberg está a bordo do cargueiro e afirma que o computador permitirá que a pipa gigante aproveite a força total do vento. “A viagem inaugural marca o início dos testes práticos durante operações marítimas regulares do sistema Skysails”, disse Stephan Wrage, diretor da Skysails GmbH. “Nos próximos meses, vamos finalmente poder provar que nossa tecnologia funciona na prática e reduz de forma significativa o consumo de combustível e as emissões (de gases de efeito estufa)”, acrescentou Wrage no site da companhia na internet.

O combustível queimado por navios é responsável por 4% das emissões globais de CO2. Energia grátis “Estamos muito animados”, disse Verena Frank, a gerente de projeto da parceira da Skysails GmbH, a Beluga Shipping GmbH. Em entrevista à BBC, Frank afirmou que o principal conceito do projeto é “usar a energia do vento como uma força de propulsão auxiliar, como uma energia grátis”. “No entanto, é muito diferente da navegação à vela tradicional, não temos nenhum mastro no convés, o que poderia ser um obstáculo para as operações que envolvem cargas”, disse. Frank afirmou que a eficiência da pipa gigante ainda depende das condições climáticas, mas a vantagem do sistema Skysails é que “não são necessários apenas ventos por trás, ventos de lado também podem ser usados, você ainda pode navegar”. Segundo a gerente de projetos, a pipa gigante pode ser usada em cargueiros de tamanho médio, navios de cruzeiro e traineiras.

[http://hypescience.com/]

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Copo comestível de alga pode substituir descartáveis



Copo descartável, que gera lixo e demora centenas de anos para se decompor, ou copo de vidro, que constantemente precisa ser lavado com água e detergente? Em meio às discussões sobre a forma mais sustentável de consumir líquidos, o escritório de design norte-americano The Way We See The World desenvolveu um copo que pode, finalmente, encerrar esse debate: o Jelloware.



Feito de ágar-ágar, um tipo especial de gelatina de algas, o copo é comestível e, por isso, resolve todos os problemas relacionados à produção de lixo, desperdício de água e poluição, debatidos no consumo dos demais tipos de copo.


Coloridos e maleáveis, os Jellowares são fabricados em três versões – limão e manjericão, gengibre e hortelã e alecrim e beterraba –, dando ao consumidor a chance de escolher o sabor que melhor combina com a sua bebida.



O produto só requer dois cuidados: se não for consumido imediatamente, ele deve ser guardado na geladeira, ao invés do bom e velho armário de louças, e a sua ingestão deve ser controlada. Isso porque, segundo os fabricantes, comer mais do que três Jellowares por dia pode trazer prejuízos à saúde, já que o ágar-ágar possui propriedades laxativas.



Quem não quiser correr o risco de passar o resto do dia no banheiro ou estiver de regime, não precisa comer o copo: o Jelloware é biodegradável e, por isso, segundo os fabricantes, pode ser enterrado em qualquer área verde, que se transformará em adubo para as plantas. Boa ideia ou não?

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Cozinha Ecológica - Ecologic Kitchen



A geringonça funciona em três etapas. Primeiro, os restos sólidos que não têm cheiro, como o vidro, papel, plástico e metal são esmagados até ficarem bem pequenos. Depois, uma bola de aço, parecida com uma bola de uma máquina de fliperama, quebra os vidros, compacta as latas e tritura o papel até transformar tudo em briquete, ou seja, uma fonte concentrada e comprimida de material energético.

O segundo passo é coletar e reciclar a água. O líquido é filtrado e depois pode ser reaproveitado para irrigar plantas domésticas. Já os restos orgânicos são jogados em containers com vermes dentro. Após três meses, vira um excelente adubo para plantas.

E você, acha que essa será a cozinha do futuro?

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/ - Blog Planeta Sustentável.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Torneira limita o uso de água para higiene pessoal - Water saving



Não se trata de ditadura, mas sim de tecnologia. Um trio de designers chineses – Yonggu Do, Dohyung Kim e Sewon Oh – desenvolveu uma torneira que “bloqueia” a água após o uso do primeiro litro.

Chamada de 1 Limit, a torneira possui uma espécie de tubo de ensaio que armazena, exatamente, um litro de água. Quando acionada, ela esvazia o “reservatório” em cerca de seis segundos e, depois, “seca”. Se quiser mais água, o usuário terá que esperar o tubo de ensaio encher completamente, de novo, e nesse período terá tempo suficiente para pensar se, realmente, necessita de mais água.


A ideia é acabar com o desperdício do recurso, que já está em escassez no mundo e, apesar disso, continua sendo usado sem responsabilidade por todos (para saber mais, leia Especial Água: fundamental e cada vez mais rara).


Segundo dados dos próprios fabricantes, as torneiras automáticas habituais “despejam” cerca de seis litros cada vez que são acionadas. Sendo assim, o uso da 1 Limit diminuiria o desperdício de água em quase 85% na hora de lavar as mãos, fazer a barba ou escovar os dentes.


Por enquanto, a torneira é apenas um protótipo sem data para chegar ao mercado, mas já foi submetida ao julgamento dos consumidores: aprovada?


Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/planeta/

terça-feira, 29 de março de 2011

Pense de novo WWF - Think Again WWF

Consumo consciente - Conscientious Consumption



Dê preferência a produtos de madeira com o selo FSC. Esta é a garantia de que a madeira foi retirada corretamente. O desmatamento é o principal responsável por nossas emissões de gases causadores do efeito estufa. Ao comprarmos produtos sustentáveis, diminuem os incentivos para desmatar a floresta.




Consuma alimentos da estação e dê preferência aos orgânicos, que não utilizam agrotóxicos. Assim você cuida da sua saúde e do meio ambiente.




Evite pegar sacolas plásticas desnecessariamente. Carregue uma sacola ou uma mochila com você quando for fazer compras. Assim estará gerando menos lixo.




Dê preferência a produtos com pouca embalagem ou embalagem econômica que geram menos lixo.




Procure comprar produtos fabricados perto de onde são vendidos. Desta maneira, os produtos não precisam ser transportados por longas distâncias e, conseqüentemente, não há emissões desnecessárias de gases causadores do aquecimento global.




Use pilhas recarregáveis, Assim, você evita poluir o meio ambiente e gasta menos.




Descarte as pilhas em locais apropriados de coleta e não no lixo comum.




Leve as baterias usadas de celulares para as revendedoras. Elas não devem ser jogadas no lixo comum, pois contêm metais pesados altamente tóxicos para a saúde humana e o meio ambiente.




Evite substituir seu aparelho celular desnecessariamente Além de gastar dinheiro, você estará contribuindo para uma maior poluição do planeta.




Evite comprar o que você não precisa para não gerar mais lixo. Para facilitar, faça uma lista prévia.Além de economia, terá menos lixo.




Procure melhorar seu computador ao invés de comprar um novo. Anualmente, mais de 20 milhões de toneladas de lixo eletrônico são descartados. A maioria ainda não é reciclada.




Prefira comprar em lojas que adotem práticas sócio-ambientais corretas.




Use tintas a base de água para pintar sua casa. Elas são menos tóxicas e menos poluentes.




Dê preferência a guardanapos e toalhas de pano ao invés de descartáveis.




Use os dois lados da folha de papel.




Imprima e-mails e documentos somente quando necessário.




Não pegue panfletos entregues na rua a não ser que esteja interessado nas informações.




Se pegar, não jogue na rua depois de tê-lo lido.




Utilize calculadoras e lanternas que possam funcionar com energia solar ou dínamo. Desta maneira não é necessário usar pilhas.


Fonte: WWF Brasil

segunda-feira, 28 de março de 2011

Environmental Education for Kids

Environmental education and environmental conservation should be taught from cradle!

Go to link: http://dnr.wi.gov/eek/


Arte e reciclagem - Re-lights



O artista plástico Jerry Kott através de seu trabalho transforma garrafas de vinho usadas em luminárias e lustres.

Um belo trabalho e um belo exemplo de cuidado com o meio ambiente.

Reciclagem - Definição de cores dos coletores / Collectors Colors - Recycling



A reciclagem é o termo geralmente utilizado para designar o reaproveitamento de materiais beneficiados como matéria-prima para um novo produto. Muitos materiais podem ser reciclados e os exemplos mais comuns são o papel, o vidro, o metal e o plástico. As maiores vantagens da reciclagem são a minimização da utilização de fontes naturais, muitas vezes não renováveis; e a minimização da quantidade de resíduos que necessita de tratamento final, como aterramento, ou incineração.



O conceito de reciclagem serve apenas para os materiais que podem voltar ao estado original e ser transformado novamente em um produto igual em todas as suas características. O conceito de reciclagem é diferente do de reutilização.

O reaproveitamento ou reutilização consiste em transformar um determinado material já beneficiado em outro. Um exemplo claro da diferença entre os dois conceitos, é o reaproveitamento do papel.

O papel chamado de reciclado não é nada parecido com aquele que foi beneficiado pela primeira vez. Este novo papel tem cor diferente, textura diferente e gramatura diferente. Isto acontece devido a não possibilidade de retornar o material utilizado ao seu estado original e sim transformá-lo em uma massa que ao final do processo resulta em um novo material de características diferentes.

Outro exemplo é o vidro. Mesmo que seja "derretido", nunca irá ser feito um outro com as mesmas características tais como cor e dureza, pois na primeira vez em que foi feito, utilizou-se de uma mistura formulada a partir da areia.

Já uma lata de alumínio, por exemplo, pode ser derretida de volta ao estado em que estava antes de ser beneficiada e ser transformada em lata, podendo novamente voltar a ser uma lata com as mesmas características.

A palavra reciclagem ganhou destaque na mídia a partir do final da década de 1980, quando foi constatado que as fontes de petróleo e de outras matérias-primas não renováveis estavam se esgotando rapidamente, e que havia falta de espaço para a disposição de resíduos e de outros dejetos na natureza. A expressão vem do inglês recycle (re = repetir, e cycle = ciclo).

Como disposto acima sobre a diferença entre os conceitos de reciclagem e reaproveitamento,em alguns casos, não é possível reciclar indefinidamente o material. Isso acontece, por exemplo, com o papel, que tem algumas de suas propriedades físicas minimizadas a cada processo de reciclagem, devido ao inevitável encurtamento das fibras de celulose.

Em outros casos, felizmente, isso não acontece. A reciclagem do alumínio, por exemplo, não acarreta em nenhuma perda de suas propriedades físicas, e esse pode, assim, ser reciclado continuamente.


No Brasil os recipientes para receber materiais recicláveis seguem o seguinte padrão:




  • Azul: papel/papelão

  • Vermelho: plástico

  • Verde: vidro

  • Amarelo: metal

  • Preto: madeira

  • Laranja: resíduos perigosos

  • Branco: resíduos ambulatoriais e de serviços de saúde

  • Roxo: resíduos radioativos

  • Marrom: resíduos orgânicos

  • Cinza: resíduo geralmente não reciclável, misturado ou contaminado, não sendo possível de separação.



quinta-feira, 17 de março de 2011

SOS Japan - Help Japan - 日本を助ける

日本では被害者を助けるための方法を学んでください!

Saiba como ajudar as vítimas no Japão!

Learn how to help victims in Japan!

Ayude a las víctimas en Japón!

Aiutare le vittime in Japan!

http://www.sosjapan.com/

terça-feira, 1 de março de 2011

Hora do Planeta 2011 - WWF - Earth Hour 2011

O que é?

A Hora do Planeta é um ato simbólico, promovido no mundo todo pela Rede WWF, no qual governos, empresas e a população demonstram a sua preocupação com o aquecimento global, apagando as suas luzes durante sessenta minutos.

Quando?

Sábado, dia 26 de março, das 20h30 às 21h30. Apague as luzes para ver um mundo melhor. Hora do Planeta 2011.

Onde?

No mundo todo e na sua cidade, empresa, casa... Em 2010, mais de um bilhão de pessoas em 4616 cidades, em 128 países, apagaram as luzes durante a Hora do Planeta. Em 2011, a mobilização será ainda maior.